Gestão Familiar

Em uma feira de negócios onde tinham vários empreendedores contando sobre o crescimento de suas empresas e de como começaram a sua organização, um fato inusitado veio à tona.

Um empreendedor do ramo alimentício começou a explanar sobre todas as vantagens de trabalhar na sua empresa, de como ela era organizada e que possuía vários benefícios, incluindo o tão sonhado plano de carreira para os seus empregados.

Ele chamou um empregado da sua empresa para complementar a sua fala, pois este em menos de seis meses atingiu o seu ápice. O tal empregado começou na empresa como Estagiário, depois virou Analista, em seguida Gerente e hoje atua como Diretor Executivo.

O dono da empresa perguntou a esse empregado como ele havia conseguido ter virado Diretor Executivo em tão pouco tempo. E a resposta foi: “– Olha papai, eu tive que trabalhar muito”.

Brincadeira a parte, a gente sabe que esse tipo de situação no ambiente corporativo é muito comum. Possivelmente o filho deste empreendedor era capaz de assumir essa função. Contudo este tipo de ascensão é muito difícil de acontecer e com certeza ele desfrutou desta ocasião justamente pelo grau de parentesco.

Mesmo sendo gestão familiar, é necessária a questão do profissionalismo e principalmente da meritocracia, pois somente assim os empregados sentirão valorizados e irão gerar bons frutos para a empresa.

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